terça-feira, novembro 10
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Empreendedorismo impulsiona setor de Vendas Diretas em desemprego

Empreendedorismo impulsiona setor de Vendas Diretas em desemprego
Empreendedorismo impulsiona setor de Vendas Diretas em desemprego

Previsão de aumento do empreendedorismo no País devido ao elevado desemprego, aquece setor no qual o Brasil é líder de mercado na América Latina e o sexto maior do mundo neste segmento.

Em um momento de forte recessão econômica e altos índices de desemprego, empreender passou a ser a solução para milhares de brasileiros. Enquanto em 2019 o país atingiu 23,3% de taxa de empreendedorismo inicial, segundo a pesquisa Global Entrepreneuship Monitor (GEM), apoiada pelo Sebrae, em 2020 a previsão é que 25% da população adulta esteja envolvida na abertura de um novo negócio. Entre as opções disponíveis, a Venda Direta – chamada porta a porta – aparece em maior destaque.

Empreendedores atuando em ambientes virtuais

Com 55% de seus empreendedores atuando em ambientes virtuais – como WhatsApp e Mídias Sociais -, o setor de vendas diretas teve crescimento no número de representantes chegando a cerca 4 milhões de trabalhadores em 2019. O aumento do volume de vendas resultou em rendimento de mais de R$ 45 bilhões no ano passado para o setor, que se destaca por ser uma alternativa de baixo investimento inicial e maior autonomia e flexibilidade de horários para quem tem que lidar, ao mesmo tempo, com trabalho e família.

Empreendedorismo impulsiona setor de Vendas

O setor se estabelece como boa opção quando são analisados os números divulgados pela World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA) – Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas, que posicionam o Brasil como líder latino-americano do setor. O País também consolidou sua posição como sexto maior mercado do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (20%), China (13%), Coreia do Sul (10%), Alemanha (10%) e Japão (9%).

Crise causada pela pandemia

“Os números mostram que o setor continua forte e ressaltam que as vendas diretas são uma alternativa importante na crise causada pela pandemia, uma excelente opção para quem quer mudar e empreender em um novo negócio, com baixo custo inicial e muita representatividade no mercado”, explica Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

Além de baixo investimento, a Venda Direta não exige formação específica ou experiência com vendas para os empreendedores independentes. Os ganhos são proporcionais à energia e ao tempo que dedicados à atividade. Como o setor abrange diversos segmentos do varejo, é perfeitamente viável diversificar as frentes de atuação, com a comercialização de itens variados como cosméticos e cuidados pessoais, roupas e acessórios, alimentos e bebidas, entre outros.

A pandemia causada pelo coronavírus também destacou a relevância da atividade para os consumidores, já que apresenta muitas comodidades. Ao construir uma relação de confiança com o revendedor, os clientes podem contar com indicações personalizadas de produtos, que serão mais adequados para os seus interesses – e sem a necessidade de se deslocar até um comércio tradicional para fazer suas compras.

A ABEVD

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma entidade sem fins lucrativos, criada, em 1980, para promover e desenvolver a venda direta no Brasil, bem como representar e apoiar empresas que comercializam produtos e serviços diretamente aos consumidores finais.

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